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11.6.10

Pouca Vogal - 10 de junho de 2010

Pela primeira vez, Brasília assistiu ao show da "menor banda do rock gaúcho", denominação dada pelo Pouca Vogal a si mesmos. O projeto novo dos vocalistas das bandas Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem aportou na cidade na Expotchê, tradicional celebração anual da cultura gaudéria, para pouco mais de 2 horas de (boa) música.

As músicas dos Engenheiros do Hawaii predominaram no show, deixando um pouco de lado o catálogo da Cidadão Quem, menos conhecido, claro, mas não de menor qualidade. As canções da banda de Gessinger também foram as que arrancaram mais emoção e fizeram a plateia cantar mais alto, mas os fãs presentes na feira mostraram também conhecer o trabalho conjunto da dupla. Humberto Gessinger, além de cantar, toca violão, viola caipira, harmônica e teclados e faz baixos, cordas e outros efeitos em uma pedaleira. Duca Leindecker canta e toca violão, guitarra, bumbo e pandeiro.

A "surpresa" ficou por conta da participação de Carlos Maltz, baterista original dos Engenheiros. O músico cantou e tocou cajón em duas músicas de sua autoria (Cinza e Depois de Nós) e no gran finale, com o hino Infinita Highway (com citação da canção Carona, de Leindecker). Citações de outras canções também serviram para interagir com a plateia em Toda Forma de Poder, com trechos de Banco e Dom Quixote (todas da banda de Gessinger), no momento mais político do show.

Pelas declarações dadas no twitter tanto por Gessinger quanto por Leindecker, não foi só o público que se emocionou na noite de ontem. Dependendo somente deles, o Pouca Vogal não ficará muito tempo sem voltar à Capital.

Set list:

Depois da Curva
Até o Fim
Girassóis
Breve
Pose
Dia Especial
Além da Máscara
Somos Quem Podemos Ser
Música Inédita
Depois de Nós
Cinza
Terra de Gigantes
Pra Quem Gosta de Nós
Pinhal
Toda Forma de Poder
Refrão de Bolero
Ao Fim de Tudo
3x4
Tententender
O Amanhã Colorido
Piano Bar
Pouca Vogal
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O Voo do Besouro
A Montanha
Infinita Highway


Fotos por Rafa Zart.
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* Ouvindo: Self - Could You Love Me Now?

21.5.10

Crash! Set list do show no UK Brasil

Esse aí foi o set list da Crash (banda cover de Dave Matthews Band) ontem no UK Brasil. Até o fim-de-semana, escreverei um review, mas posso adiantar que quem não foi perdeu um showzão!

Don't Drink The Water
Jimi Thing
What Would You Say
The Space Between
Funny The Way It Is
Everyday
So Much To Say
Anyone Seen The Bridge? »
Ants Marching
Stay (Wasting Time)
Tripping Billies
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Warehouse
You & Me
#41
All Along The Watchtower
Two Step

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* Ouvindo: Two Door Cinema Club - I Can Talk

19.5.09

Sai da Lata!

A partir do próximo sábado, dia 23, a banda brasiliense Na Lata dá início a mais um evento destinado à divulgação do som feito na cidade. O evento se chama "Sai da Lata" e é um ensaio aberto da banda com participação de bandas amigas. Para o primeiro evento, foram convidadas as bandas Bola Que Mata e Caffe Roots. A discotecagem fica por conta de Aloízio e Guedz, integrantes da banda Lafusa. A entrada é franca e o evento começa às 15h. Mais informações no flyer abaixo.


28.10.08

Lafusa no Gate's: 25 de outubro de 2008

As cores do novo Lafusa não são mais as cores vibrantes do seu EP lançado ano passado. O que pode ser visto no empolgante show cheio de canções novas que o quarteto fez no Gate's Pub no último sábado foi que as quatro cores, hoje, seriam tonalidades de cinza. Cinza que combinou bem com o clima da festa de Halloween, com grande parte da platéia e das bandas vestidas a caráter.

O começo da apresentação já dava o tom do que viria pela frente, com a tensa De Tanto Olhar Pro Céu. O show ganhou mais cores na sequência, com Tende e Primeira das Mais Simples (ambas do Quadricolôr), mas se acinzentou novamente na fantástica Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, que já havia sido tocada em um show anterior e transpira influências dos britânicos do Muse. Sépia -- que é, aparentemente, uma transição entre o colorido do antigo Lafusa e o cinza do novo --, seguida por uma música nova ainda sem nome (que "vai estourar no Carnaval de Salvador!"), a pesada Redentor e o final de sempre com Clichê, do CD demo, encerraram a noite.

A banda está cada vez mais afiada e mostrou ali no palco o porquê de estarem tocando tanto fora da cidade e sendo tão elogiados onde quer que cheguem. Destaque para a cozinha, melhor a cada show, e, principalmente, o baixo de Luiz Ribeiro. O mais novo integrante da banda realmente trouxe um novo gás ao fusiquê.

Set list:

De Tanto Olhar Pro Céu
Tende
Primeira das Mais Simples
Fundamental
Prière de Toucher (Divórcio)
Dois Pra Lá, Dois Pra Cá
Quando a Gente Quer
Sépia
"música nova swingada"
Redentor
Clichê (Alim)
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* Ouvindo: Dave Matthews Band - So Right

17.8.08

DMB no Brasil!

OK. A loucura desses últimos dias realmente merecia uma desenterrada do blog! =P

Sexta-feira foi confirmada a notícia que eu mais esperava nos últimos anos: a Dave Matthews Band vem para o Brasil! Tem show dia 26 de setembro em Manaus, dia 28 em São Paulo e dia 30 no Rio de Janeiro. Nem preciso dizer que vou em São Paulo e no Rio, né? E se as passagens para Manaus não fossem tão caras, era certeza que eu iria também...

O desespero da manhã de ontem quase me fez ter um enfarto, mas sobrevivi. Fui todo feliz comprar os ingressos pro show do Rio e, quando entro no site e escolho pra comprar pra Pista VIP, vejo a palavrinha assustadora: "esgotado"! Como assim?!?!? Depois do choque, me contentei com a Pista normal mesmo... Não ficaria exatamente em frente ao palco, mas tudo bem. Veria a DMB de qualquer jeito. Mas não era pra ser assim. Forças superiores ainda queriam que eu fosse na VIP. Na hora de comprar os ingressos de Pista pelo site, deu erro! Resolvi então comprar pelo telefone. Na hora que digo para a atendente que queria 3 ingressos de Pista, ela pergunta "Pista VIP?". Como que por milagre, tinha ingressos VIP ainda!! Comprei! =)

Agora não quero nem ver como vai ser a compra dos ingressos de Sampa... Estarão à venda a partir de sexta-feira, somente no Morumbi Shopping. Durante a semana penso nisso.

O que interessa é que ainda não caiu a ficha que verei 2 shows da DMB no ano em que eles estão mais empolgados nos shows. E, pra melhorar, ainda com Jeff Coffin (saxofonista do Béla Fleck & the Flecktones), Tim Reynolds (guitarrista motherf*cker) e Rashawn Ross (trompetista). Tentarei sobreviver até o fim de setembro.

Ah! De quebra ainda tem Ben Harper junto em São Paulo! =)

Mais informações sobre os shows:
- DMBrasil
- Eventos no Last.fm: Manaus | São Paulo | Rio de Janeiro
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E em novembro tem Béla Fleck & the Flecktones de novo no Brasil. De onde tiro dinheiro?
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Será que eu devia ter ouvido o Caio e ter ficado em casa ontem?
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* Ouvindo: Damien Rice - Me, My Yoke And I

21.2.08

Móveis Convida 8


Móveis Coloniais de Acaju, Pato Fu e Bois de Gerião juntos? Bom demais! =)

Mais informações: www.lastfm.com.br/event/492228
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* Ouvindo: Sigur Rós - Ágætis Byrjun

1.2.08

2007

OK... Resolvi criar vergonha na cara e botar aqui a minha lista dos melhores de 2007... Já estamos em fevereiro e eu ficava só enrolando. Então, aí vai:

10. Nação Zumbi - Fome de Tudo
Tenho que confessar que não sou fã da Nação. Nunca fui. Nunca entendi direito o que tanto falam deles. Mas, resolvi ouvir o Fome de Tudo. E não é que é bom? Melodias bacanas, letras bem escritas, peso na medida certa - um belo equilíbrio entre a parede de percussão e as guitarras.

9. Lafusa - Quadricolôr
O sucesso da banda na cidade - e, agora, começando em alguns outros lugares do Brasil - é facilmente compreendido ao se escutar esse EP. São oito músicas que te fazem passar por todos os estados de espírito possível. Primeira das Mais Simples sempre foi um hit pronto, mas não é a melhor do disco. O baixo poderoso de O Filme e os contrastes em Ato Chuvoso levam essas duas a disputarem essa posição. E que continuem com o bom trabalho!

8. Lasciva Lula - Sublime Mundo Crânio
Infelizmente, conheci a banda já em seu último suspiro. Poucos dias depois de eu receber o disco em casa, vi no Orkut o Lasciva Lula anunciando o fim de suas atividades. O disco é um belo - e o único - registro do som que esses garotos do Rio de Janeiro faziam. As comparações com Los Hermanos são inevitáveis, mas eles vão muito além disso. Ouçam. É sério.

7. !!! - Myth Takes
Uma banda pra qual nunca dei bola. Mas, depois de ouvir o disco e não conseguir ficar parado ao som da banda, tive que incluí-los nos 10 Melhores. Que me desculpe o LCD Soundsystem e seu belíssimo show em Brasília, mas ainda sou mais o !!!.

6. Malc - Audiência Para a Concorrência
Garotos fazendo música de altíssima qualidade. Isso é o Malc. Letras críticas alternam-se com belas canções de amor construídas sobre camas de metais e belos solos e riffs de guitarra que unem o ska, o progressivo e o jazz em uma mistura quase perfeita.

5. Orquestra Imperial - Carnaval Só Ano Que Vem
Ainda bem que a Orquestra se tornou mais do que apenas uma brincadeira e esse CD pôde existir. São alguns dos maiores e mais criativos músicos do Rio de Janeiro fazendo samba de primeira com interferência de outros estilos.

4. Pato Fu - Daqui Pro Futuro
E eles fizeram de novo! Mais uma vez o Pato Fu fez um belíssimo disco de música pop (com até alguns momentos experimentais). E pra que gravadora? Só é uma pena que o acesso ao som da banda é restrito, principalmente por pré-conceitos. Músicas como A Verdade Sobre o Tempo, Nada Original e Vagalume têm tudo para se tornarem clássicos da música brasileira.

3. Radiohead - In Rainbows
Muito se falou sobre a atitude ousada do Radiohead em disponibilizar o disco na Internet para que se pagasse quanto quisesse para baixá-lo, mas quase nada se falou da música em si. O disco conseguiu recuperar muito da fase de guitarras da banda unindo-as às batidas eletrônicas dos últimos álbuns fazendo músicas facilmente digeríveis e, ainda assim, complexas e belas. Só fica a crítica à iniciante gravadora brasileira Flamil, que prometeu o lançamento do disco por aqui junto com o resto do mundo nos primeiros dias de janeiro e, depois de várias mudanças de data, agora diz que o colocará nas lojas no dia 11 deste mês. Eu só acredito quando tiver o meu em mãos.

2. Violins - Tribunal Surdo
O Violins é uma das bandas de trabalho mais respeitável em atuação hoje em dia. Já foram quatro discos com a qualidade das músicas sempre aumentando ou se mantendo. Neste, você se sente acompanhando a um telejornal noturno qualquer. Letras sobre o cotidiano (na maior parte violento) urbano e guitarras sujas fazem uma música diferente de tudo que já se ouviu. E já vem disco novo por aí ainda em fevereiro!

1. Arcade Fire - Neon Bible
Ainda bem que esse CD vazou logo no início do ano e pude apreciá-lo durante os doze meses de 2007. As belas vozes de Win Butler e sua parceira Chassagne cantam sobre a Igreja, a guerra e as pessoas em um clima pesado, soturno, com belíssimos arranjos orquestrais e com instrumentos inusitados, como o hurdy-gurdy, que é como se fosse um violino tocado girando uma manivela. Uma obra de arte.
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Sobre a enquete que propus no Orkut sobre os melhores do ano, tenho que dizer que ela não foi exatamente um sucesso...

Muito obrigado Guedz, Monstro e Arthur pela participação. O In Rainbows, do Radiohead, foi o ponto em comum entre nossas quatro listas, que estão a seguir:

Arthur Coelho
1. Melhores discos de inéditas?
1. !!! - Myth Takes
2. Of Montreal - Hissing Fauna, Are You The Destroyer?
3. Radiohead - In Rainbows
2. Melhor CD ao vivo?
Daft Punk - Alive 2007
3. Melhor show em Brasília?
LCD Soundsystem (Marina Hall)
4. Melhor show fora de Brasília?
Béla Fleck & the Flecktones (São Paulo)

Guilherme Guedes
1. Melhores discos de inéditas?
1. Bloc Party - A Weekend In The City
2. Radiohead - In Rainbows
3. Foo Fighters - Echoes, Silence, Patience & Grace
2. Melhor CD ao vivo?
Arnaldo Antunes - Ao Vivo No Estúdio
3. Melhor show em Brasília?
Moska, Jorge Drexler e Arnaldo Antunes (CCBB)
4. Melhor show fora de Brasília?
Rage Against The Machine (Nova York)

Julio Zart Jr.
1. Melhores discos de inéditas?
1. Arcade Fire - Neon Bible
2. Violins - Tribunal Surdo
3. Radiohead - In Rainbows
2. Melhor CD ao vivo?
Dave Matthews Band - DMB Live Trax vol. 8
3. Melhor show em Brasília?
Cordel do Fogo Encantado (Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade)
4. Melhor show fora de Brasília?
Béla Fleck & the Flecktones (São Paulo)

Rafael "Monstro" Melo
1. Melhores discos de inéditas?
1. LCD Soundsystem - Sound Of Silver
2. Radiohead - In Rainbows
3. Arcade Fire - Neon Bible
2. Melhor CD ao vivo?
-
3. Melhor show em Brasília?
Beto Só (Senhor Festival)
4. Melhor show fora de Brasília?
Datarock (Festival Planeta Terra)
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E tinha mais alguma coisa que eu queria escrever, mas o post foi tão demorado que esqueci! =P
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* Ouvindo: Velhos e Usados - Jeans

13.12.07

Último Quarta SupernoVa do ano...

A noite da última quarta-feira, dia 12, marcou o retorno aos palcos de uma das melhores bandas da cena brasiliense atual: o Disco Alto. Entretanto, não é mais como era antigamente. A banda propriamente dita está sem dois de seus integrantes originais, Oops e Rinaldo; mas eles, mesmo fora do Disco Alto, estavam lá ontem. Foi também a estréia da nova banda de Rafael Oops, a Conhaque Supernova - que teve a participação de Rinaldo. No fim das contas, os cinco do Disco Alto que eu tanto gostava tocaram no mesmo palco ontem. Infelizmente, não estavam todos juntos.

Primeiro sobre a Conhaque Supernova. Era claramente perceptível que aquela era a primeira apresentação do trio (ontem, um quarteto). Vários erros apareceram, muitos devido a problemas no som da casa que não tinha retorno bom para os músicos. No entanto, pudemos ver que há um grande futuro para o grupo. As belas melodias e a voz de Oops agora vêm acompanhadas das batidas eletrônicas de Rodrigo Alves e dos sintetizadores de Marcelo Rosa. Me veio à mente (já desde quando os vi na trilha de Sapatos Sonhados) o trabalho solo de Thom Yorke. E foi lindo poder ouvir Aeroporto - que o Disco Alto tocava - mais uma vez.

Logo depois, o Disco Alto. O quinteto agora é composto por Rafael Monstro (guitarra e vocais), Rodrigo Jesus (baixo e vocais), Paulo Renato (bateria), Bruno Sres (guitarra) e Flávio Pookie (voz e guitarra). Foi a estréia dessa nova formação, a primeira vez de Bruno e Flávio no palco com a Disco Alto. Já no início, uma certa estranheza quanto à voz de Flávio, bem diferente da voz de Rafael Oops, o que ficou ainda mais marcante nas músicas que este já tinha cantado com a banda, como Silêncio nº 3 e Segundo Conforto. As músicas novas são fantásticas, com destaque para Antigo Testamento Pt. 2 e Quinta, que fechou o show. Dia 10 tem outro show e poderemos conferir se funcionaram mesmo ou não essas mudanças na banda. Apesar de tudo, a música continua tão poderosa e emocionante quanto sempre foi. Os momentos delicados diminuíram, mas as paredes sonoras dos momentos mais pesados continuam lá.

Juro que tentei ser totalmente imparcial, mas isso é muito difícil quando se fala de amigos cujo trabalho admiro muito. Boa sorte a todos nessas novas fases. Acredito que teremos algo muito melhor ainda pela frente.

E que venham mais Quartas SupernoVa em 2008!

P.S.: Reclamei da voz do Flávio, mas tenho que dizer que aquela pedaleira dele e os efeitos que ele tira daquela guitarra são sensacionais. E espero que o Meu Amigo Tigre faça mais shows!
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* Ouvindo: Sigur Rós - Sé Lest

10.11.07

A roqueira entende de samba!

Tuka Villa-Lobos teve a oportunidade de mostrar novamente que não é só o rock que é sua praia. Tuka fez mais uma vez seu show em homenagem ao grande Adoniran Barbosa e quem esteve no Rayuela na última quinta teve a oportunidade de ver grandes sucessos do compositor sendo interpretados de maneira única.

Com sua grande voz e acompanhada de uma banda totalmente feminina, a cantora mostrou clássicos como Trem das Onze, Tiro ao Álvaro e uma interpretação de Iracema de arrancar lágrimas até dos mais insensíveis.

A banda que a acompanhou foi Claudia Coutinho (cavaquinho), Cristiane Chinchilla (percussão), Kátia Monteiro (violão de 7 cordas e bandolim) e sua filha Zizi Villa-Lobos (vocais).

A empolgação do público foi uma grande prova de que essa homenagem precisa ser repetida logo! Quando o show acabou, Tuka teve que atender aos pedidos da platéia e repetir três músicas.

Você pode ver vídeos de Samba Italiano e Tiro ao Álvaro na página de Tuka Villa-Lobos no YouTube.

Set list completo:

Samba do Arnesto
As Mariposas
Prova de Carinho
Morro da Casa Verde
Tiro ao Álvaro
Iracema
Casamento do Moacir
Torresmo à Milanesa
Trem das Onze
Tocar na Banda
Samba Italiano
Saudosa Maloca
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Samba do Arnesto
Trem das Onze
Tiro ao Álvaro
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* Ouvindo: Malc - Audiência Para a Concorrência

6.11.07

Boiada no Rayuela - 05.11.2007

O Bois de Gerião tem uma importância muito grande pra mim, pois foi uma das bandas que me abriu os olhos à música de Brasília e me fez ver que tinha muitas coisas boas sendo feitas aqui mesmo na cidade, era só procurar.

Foi em 2000, se não me engano, no primeiro Brasília Fest Rock. Lembro que assisti ao show e fiquei impressionado de como era bom aquilo. Lá mesmo comprei o primeiro disco da banda e peguei autógrafos com alguns integrantes.

Continuar vendo o Bois ao vivo depois de 7 anos e vendo o reconhecimento que a banda tem hoje é fenomenal. Mas é muito ruim uma banda tão boa ficar tanto tempo afastada dos palcos... Devido a vários fatores (paternidades e novos integrantes, entre eles), a banda tem tocado pouco e esse show no Rayuela serviu bem para matar a saudade.

Foi um show bem intimista. O local pequeno, em um subterrâneo, dava ares de um ensaio do sexteto. Talvez isso tenha feito alguns erros aparecerem durante o show, mas é normal. O que vale é que as músicas estavam lá, ótimas como sempre, e deixando a platéia com vontade de levantar das cadeiras e pular!

O cover quase absurdo de Airbag, do Radiohead abriu o show em clima de passagem de som. Em seguida, grandes sucessos e mais alguns covers, com direito a bis de Virgínia, dos Mutantes, como homenagem à Dona Virgínia, avó do vocalista Rafael Farret, que estava na platéia.

E, mais uma vez, parabéns à Daniela Firme e ao Rayuela pelo belíssimo projeto Brasília Independente, que tem levado artistas de Brasília ao bistrô todas as segundas-feiras!

Set list completo:

Airbag
A Bala
Nunca Mais Monotonia
O Dia Mais Frio da Década
Virgínia
Crista da Onda
Interestelar
Every Breath You Take
Café Descafeinado
Garota Fivelinha Clubber
Mala Vida
Cocota
Já é Tarde
Dia de Sábado
Duques
No One Knows
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Virgínia
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* Ouvindo: 3 Steps - Ter Motivos Pra Te Dizer

11.10.07

Supernova

Ontem foi dia de ajudar meu amigo Guedz, batera do Lafusa, na discotecagem no UK Brasil. Era um dos shows do projeto quarta supernoVa, que tá trazendo, toda quarta-feira, duas bandas independentes para tocarem no pub.

As duas de ontem foram boas surpresas, pois não conhecia o trabalho de nenhuma das duas: Brown-Há e The Pro. Na próxima quarta, 17, tem Perfecto e Rainha Vermelha. Dia 24 tem Sanz e Malc e dia 31 tem Quiçá e Meu Amigo Tigre.

Vale a pena ir lá e apoiar as novas bandas de Brasília.

Nem preciso dizer que, modéstia a parte, nossa seleção de músicas foi de altíssimo nível, né? =P Pearl Jam, Bloc Party, The Killers, Arcade Fire, The Cure, Led Zeppelin, Dave Matthews, Pete Yorn, Death Cab For Cutie, Robert Randolph & the Family Band, Placebo, Blues Traveler, Foo Fighters, Radiohead (Música nova! 15 Step!), Muse, Björk... =)

Mais tarde posto foto(s) de ontem.

E ainda falando em projetos que apóiam a música independente e autoral em Brasília, também temos o Brasília Independente, do Rayuela. Na próxima segunda-feira, dia 15, quem se apresenta por lá é o Banduirá.
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Sobre o Radiohead, citado acima, tenho que dizer que o álbum novo é muito bom. O Hail To The Thief já apresentava a banda se "acalmando" um pouco depois da dobradinha Kid A/Amnesiac, mas o In Rainbows veio pra mostrar que os caras ainda sabem fazer canções com uma certa veia pop aliada ao experimentalismo. Mas devo confessar que podia ter só uma pitada a mais de maluquices...

Pra quem não sabe, a própria banda lançou o CD na Internet na última quarta-feira. Você podia pagar, literalmente, o valor que quisesse para baixá-los - até mesmo pagar £ 0,00! Em dezembro eles lançam uma edição com o CD e vinil duplos - com músicas extras - e um livreto e, no ano que vem, colocam o álbum nas lojas.
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O primeiro post do meu irmão no blog do Banduirá já está lá. Em breve posto o meu primeiro, também.
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* Ouvindo: Engenheiros do Hawaii - Pose (Anos 90)

15.5.07

Seletiva Porão do Rock: 14 de maio

Parabéns ao Lafusa e ao Cromonato, as duas bandas classificadas na primeira noite de Seletivas para o Porão do Rock 2007. As duas bandas fizeram muito bonito na noite de segunda-feira no O'Rilley.

O Cromonato, a 6ª banda das 8 a se apresentarem, levou um grande fã-clube ao pub, que cantou junto e alto todas as músicas e se empolgou ao som do pop rock do trio. Aliás, a banda foi uma boa surpresa. Não os conhecia.

Logo em seguida, subiu ao palco o Lafusa, também com uma platéia fiel e muito empolgada que, assim como a platéia do show anterior, cantou junto durante as três músicas. Logo de início, porrada com Fundamental. Em seguida, o grande hit Quando a Gente Quer - favorita da galera - e o single Primeira das Mais Simples, fechando a apresentação.

Infelizmente, não consegui chegar cedo para ver o Superquadra, uma das minhas bandas preferidas da atual cena de Brasília.

Parabéns às duas bandas e que representem muito bem o rock independente da cidade no dia 2 de junho!
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* Ouvindo: The Crimea - Light Brigade

26.3.07

Béla Fleck & the Flecktones

Victor Wooten, Béla Fleck, Jeff Coffin e FuturemanPutz... Já vai completar uma semana desde o show e nada desse post sair... Resolvi, então, criar vergonha na cara e escrever! =P

Terça passada, dia 20, cheguei em São Paulo sem atraso (!) e fui direto ao hotel tomar um banho, pois o calor estava infernal... De lá, liguei para um amigo que estava já no Auditório Ibirapuera, onde ia ser o show, e corri para lá. Eram mais de 14h30 e ele disse que tinham dado a informação de que a banda iria sair para almoçar às 15h e parariam para falar com os fãs na porta. Esperamos até 16h15, sendo que o show seria às 17h, e desistimos. Béla Fleck
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Primeiro show. Ao entrar no auditório, já a surpresa com o tamanho do lugar. Eu já imaginava que seria bem intimista, por serem apenas 800 lugares, mas não achei que era daquele jeito. Qualquer cadeira era uma boa visão. Eu estava na fileira H, bem do lado direito do palco, e vi tudo perfeitamente. Passados uns 15 minutos da hora marcada, o quarteto subiu ao palco. Não dava ainda para acreditar que eu estava ali vendo Futureman (bateria, sintetizadores e voz), Jeff Coffin (saxofones, flauta e teclado), Béla Fleck (banjo) e Victor Wooten (baixo) a poucos metros de mim. Como já disse Dave Matthews: "the greatest band in the universe". Logo no primeiro show, pra já chocar de cara, Frontiers, Subterfuge (com direito a citação de Come Together), Amber Jack, Throwdown At The Hoedown, Roccoco... Antes de Over The Wall (ou Am Latin), Béla Fleck diz que tudo que eles precisavam naquele momento era um bandolim. Sobe então ao palco o mestre Hamilton de Holanda para se divertir (a palavra é exatamente esta!) com a banda. Para finalizar o show, a fantáJeff Coffinstica Big Country, mais uma vez com a participação do bandolinista brasileiro.

Terminado o primeiro show, hora de se recuperar. Em frente ao auditório, muita gente se juntava para o show das 21h. Foi o momento de um grande encontro de usuários da DMBrasil. Momento de conhecer várias pessoas que eu ainda não conhecia pessoalmente e rever pessoas fantásticas que eu já não via há algum tempo.

21h, o segundo show. Dessa vez, lugar já beeeeem melhor. Fileira C, em uma cadeira quase em frente ao meio do palco. E mais uma vez a banda já entra destruindo, prometendo um set list diferente do primeiro show. Nas próximas duas horas, maravilhas como Sunset Road (emocionante), P'lod In The House, Scratch & Sniff, Lover's Leap, Kaleidoscope e True North. Mais uma vez, o bandolim de Hamilton de Holanda brilhou em Over The Wall e Big Country. Acabada a segunda, quando todos achavam que o show terminaria como terminou o primeiFuturemanro, uma surpresa. The Sinister Minister. Não achava que eu veria essa pérola ao vivo. Na jam final, os irmãos Wooten (Victor Wooten e Futureman) ficam sozinhos no palco, drum and bass, transformado o fusion jazz em quase um progressivo. Victor Wooten brinca com seu baixo, o gira ao redor do corpo, arranca aplausos daquela platéia que, em sua maioria, estava lá para vê-lo.

Ao final de ambos os shows, a banda, em um belíssimo exemplo de humildade e respeito aos fãs, atendeu a todos os que gostariam de trocar algumas palavras, tirar fotos e pedir autógrafos.

No final das contas, dois shows inesquecíveis à bagatela de R$15,00 cada um. Posso dizer que vi quatro dos melhores músicos do mundo se divertindo, fazendo o que sabem melhor. Posso dizer que vi Béla Fleck rindo quando errou seu solo de banjo,Victor Wooten totalmente a sós no palco. Posso dizer que o vi tocando com o nariz. Posso dizer que vi Jeff Coffin - o grande destaque dos shows - tocando dois saxofones ao mesmo tempo. Posso dizer que vi Futureman destruir a bateria (e, literalmente, sua baqueta) com uma mão enquanto, com a outra, tocava sua invenção - o RoyEl, ou synthaxe drumitar. Posso dizer que vi Victor Wooten tocar Amazing Grace dando aula de virtuosismo no baixo. Posso dizer que vi uma banda que veio ao Brasil somente para tocar no país de Hamilton de Holanda. E posso dizer que o Hamilton não fez feio, arrancando aplausos de pé do auditório.

Músicas como Sojourn Of Arjuna, Zona Mona, A Moment So Close, Sleeper, Let Me Be The One, Hoe Down e Stomping Grounds fizeram falta. E daí? Quando eles voltam? Não sei. Não tinha esperanças de que viriam nem ao menos uma vez ao Brasil, então, se voltarem, é lucro. Posso afirmar que lhes foi pedido para voltar e eles disseram que sim.

Créditos das fotos: Rodrigo Simas
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Mais fotos no fórum da DMBrasil. Fotos minhas com os caras da banda no meu Fotolog.
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Muito obrigado a todas as pessoas fantásticas que fizeram desse dia, desde a chegada no Auditório terça-feira até a hora do embarque na quarta, tão foda. Vocês, com certeza, sabem quem são.
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* Ouvindo: Torngat - Fly Stuff

18.3.07

Resumão

Puta preguiça de escrever nos últimos dias, então vai aí um resumão da semana.
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Os shows do fim-de-semana passada foram maravilhosos. Watson foi bem melhor do que o último que eu tinha visto... Realmente me surpreenderam. Sobre o Lafusa nem há o que falar. O show está cada dia mais foda e só aumentando a expectativa para o lançamento do novo EP - que deve sair até o fim de março. O Disco Alto, como sempre, foi de emocionar. Alguns contratempos tentaram atrapalhar o show, mas não deu. E o final foi lindo.

O show do Móveis só não foi perfeito por causa do tumulto. Muita gente expremida em um local onde não deveriam caber não traz resultados legais. Mas, depois do começo bagunçado, o resto foi muito bom.
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Conheci essa semana o som dos caras do Kings of Convenience. Sonzinho bom para relaxar, acústico, maravilhoso. Outra banda que conheci, no mesmo estilo, é o Nickel Creek. Violão, bandolim, violino e melodias maravilhosas.
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Wado e Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta na Feira de Música Independente! Ainda não acredito! =)
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Terça, finalmente, é dia de ver Béla Fleck & the Flecktones. Dois shows. Não sei se sobrevivo. Volto quarta.
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Projeto andando... Vamos ver no que vai dar.
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Playlist da semana:
» Arcade Fire - No Cars Go
» Kings of Convenience - Misread
» Nickel Creek - I Should've Known Better
» Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta - Aquela Dança
» Travis - Colder

Quem sabe, em uma próxima oportunidade, explico o porquê dessas 5 músicas terem se destacado. Agora? Preguiça...
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Até o próximo post - que não sei quando é! Hehehehehe. Se veio até aqui, COMENTE!
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* Ouvindo: Dave Matthews Band - Hello Again

8.3.07

Shows do fim-de-semana!

Na sexta, dia 9/3:


Mais informações: http://www.last.fm/event/158809

No sábado, 10:


Mais informações: http://www.last.fm/event/151935
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Vamos valorizar o som produzido aqui na cidade, galera! A única banda aí que não é de Brasília são os paulistas do Rock Rocket. Vale a pena comparecer e conferir a qualidade da música que está sendo produzida por aqui.
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* Ouvindo: Porcupine Tree - Halo

26.2.07

Palhaçada

É MUITA palhaçada mesmo... R$ 70,00 a meia entrada para o show dos Paralamas na Music Station quinta-feira?!? Isso é preço de show internacional ou desses metidos a besta da MPB, não de banda de rock que faz show 4 vezes por ano em Brasília... Infelizmente (ou não) é um show a menos para ir essa semana.
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* Ouvindo: Dave Matthews & Tim Reynolds - Corn Bread

25.2.07

Nip/Tuck

Nip/Tuck. Meu novo vício.

Só um parêntese: comecei a escrever esse texto enquanto um dos personagens principais, o Dr. McNamara conversava com a cabeça de uma mulher que era sua prova de reabilitação para poder continuar atuando como cirurgião. O cadáver estava lhe dando conselhos sobre sua vida. =P

Nunca imaginei que um seriado sobre dois cirurgiões plásticos me prenderia tanto. A grande verdade é que o seriado se baseia na grande mensagem que nos passa: que devemos ver além do que está na superfície. Ética, amizade, homossexualidade, traição, fé, respeito, confiança, drogas, paternidade, sexo, morte, pedofilia - todos estes são temas recorrentes no seriado.

À primeira vista, é apenas uma série de TV sobre dois grandes amigos, parceiros em uma clínica de cirurgia plástica. Quem nunca assistiu tem a idéia (errônea) de que tem pela frente somente sangue, mulheres, drogas e sexo. Em dez episódios [Quando comecei o texto, estava assistindo o 10º episódio da 1ª temporada, mas, até terminá-lo, já estava no 11º.], é possível aprender muito mais do que se imagina. Aprende-se a valorizar o momento; cuidar de quem se ama; ter fé; prestar atenção em seus sentimentos, não importando quais sejam.

É muito difícil não se envolver com os doutores Sean McNamara e Christian Troy. Há também a esposa traída (e traidora), o filho bastardo e seus difíceis relacionamentos, a filha inocente que nada vê, a anestesista lésbica, a linda psicóloga. Não sendo o bastante, não podemos esquecer de todos os pacientes que passam pela McNamara/Troy (padres pedófilos, swingers, atrizes pornô, psicóticas com múltiplas personalidades, aventureiros, ricaços, meninas cristãs fervorosas, transexuais, senhoras que acham que ainda estão em sua adolescência, suicidas).

Tudo está lá. Você só precisa aprender a aceitar aqulio que você não gosta em você mesmo e assistir à série com a mente aberta.

Nip/Tuck não está sendo atualmente apresentado nos EUA, sendo que a 5ª temporada está prevista para setembro de 2007. No Brasil, é apresentado pela Fox (a 4ª temporada começa em março) e pelo SBT (está mostrando a 1ª temporada).
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Vários shows bons em Brasília essa semana! Quarta tem Dado Villa-Lobos no O'Rilley, quinta tem Paralamas + Banduirá no Music Station e sexta parece que vai ter Bois de Gerião + Paralamas no O'Rilley! Foda, nao? =)
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* Ouvindo: Bloc Party - Vision Of Heaven

14.2.07

Bem-vindos

Putz... Muuuuuuuuuito tempo sem atualização, de novo! Mas vamos lá.
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Domingo foi dia de um (quase) passeio de índio que acabou sendo legal pra caramba. Uma simples visita à barragem acabou se tornando um caminhada de umas horas, debaixo do sol da hora do almoço. O incidente com o Will (Não vou colocar fotos disso!) já valeu o passeio todo! =P Destaque também para a bifurcação com escolha entre o caminho escuro e o caminho iluminado (Nem preciso dizer que fomos pelo escuro, como em qualquer bom filme de pessoas perdidas no mato...), o crânio de cachorro e os dois altares de sacrifícios que encontramos no caminho, além, é claro, da miniatura brasiliense de Stonehenge.

Algumas fotos abaixo. Clique para vê-las em tamanho maior. Fotos tiradas pelo André, pela Kinha e pelo Rafa.




























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Ingresso comprado pro Béla Fleck & the Flecktones dia 20 de março em São Paulo! Até agora não estou acreditando que vou ver os caras ao vivo em um lugar pequeno (Auditório Ibirapuera, com 800 lugares) e sentado na terceira fileira, em frente ao Jeff Coffin. Se rolasse só Big Country eu já ia ficar muito feliz, mas não ia achar ruim ver também Earth Jam (pra ver o Jeff tocando dois saxofones ao mesmo tempo) ou Subterfuge (a melhor do disco novo, que deu mais um Grammy aos caras, na minha opinião).

MUITO obrigado, Camilo, por ter comprado meu ingresso!

Abaixo, um vídeo dos caras tocando Big Country. São os 4 Flecktones e os convidados Paul Hanson tocando fagote, Paul McCandless no sax soprano e Andy Narell tocando steel drum.


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Graças ao Thompson (Post cheio de agradecimentos hoje... Valeu, cara!), consegui o EP de quatro faixas que a Orquestra Imperial está vendendo nos shows, com músicas que não estarão no primeiro CD do grupo, a ser lançado, se não me engano, ainda nesse semestre.

Para quem não sabe, a Orquestra Imperial é um mega-grupo de samba que toca nas noites do Rio de Janeiro formada por conhecidos músicos da cena carioca, como Thalma de Freitas, Rodrigo Amarante, Kassin, Moreno Veloso e Bidu Cordeiro, entre outros.
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Eu ODEIO o Virtua. Internet intermitente há vários dias e os inúteis não conseguem fazer NADA para consertar. Quando não está fora do ar, fica lenta como uma carroça... A única coisa na qual eles são bons é nos deixar esperando ao telefone.
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É isso... Espero não demorar tanto até o próximo post... Muito obrigado a todos que visitam o blog, mesmo os que não comentam! (E que podiam começar a comentar, né?)
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* Ouvindo: Explosions In The Sky - Welcome, Ghosts

10.1.07

Cicarelli

Essa Daniela Cicarelli só sabe queimar a própria imagem, né? Quando estava todo mundo já quase esquecendo o fiasco do casamento dela com o Fenômeno, a mulher resolve aparecer em um vídeo com o namorado na praia... Até aí, "tudo bem". Resolve, então, mandar todos os sites que hospedaram o vídeo retirá-lo do ar. E, pra piorar, resolve bloquear o YouTube. Voltamos à censura? Uhu! Alegam que o motivo é violação de privacidade. Se quisessem privacidade, não estariam daquele jeito em uma praia pública, né?

E agora quer se fazer de coitadinha e vítima, dizendo que adora o YouTube e que não foi ela quem pediu o bloqueio, e sim o namorado. Que belo namoro, hein? Se ela gosta tanto quanto diz do site, por que não pediu ao cara para voltar atrás? Tem tanto futuro isso aí quanto o último casamento da moça, não? E, depois de dezenas de comunidades no orkut mandando boicotá-la e e-mails à MTV pedindo a sua demissão, vem chorar afirmando que isso mais vai prejudicar a sua carreira do que ajudar. Bem... Acho que era esse o objetivo, né, dona Cica? Além disso, ela própria já tem feito um ótimo trabalho nesse sentido! =)

O mais engraçado é que o negócio é "pessoal" com o YouTube, já que outros sites, como o Google Videos, continuam mostrando o tal vídeo.
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Voltando a falar sobre o CCBB, foi anunciada ontem a programação de 2007 do centro. Destaque para os shows de Jorge Drexler com Moska e de Vitor Ramil (sensacionais!) e Pedro Aznar (que eu não conheço)! Ainda não há datas nem valores de ingressos definidos.
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* Ouvindo: The Arcade Fire - Neighborhood #1 (Tunnels)

7.12.06

"Videoclipe derruba audiência"

Deprimente a decisão da MTV sobre a programação 2007. A frase do título foi dita pelo diretor de programação do canal, Zico Góes, dizendo que, com outros canais (como o YouTube), a audiência não quer mais ver clipes na televisão. A partir do ano que vem, os videoclipes na "Music" Television serão confinados à madrugada. A programação deixará de ser mais musical e passará a ser mais "televisiva".

Minha grande dúvida é: por que, então, manter esse nome de Music Television? Já há algum tempo a MTV Brasil demonstra uma falta de interesse na programação musical, sendo essa decisão apenas a gota d'água. Uma solução seria tentar arranjar mais programas relacionados à música. Programas de entrevista com músicos e bandas, shows (tanto em estúdio quanto gravados ao vivo), etc. Aliás, se o videoclipe na TV realmente morreu, como ainda sobrevivem as MTVs e outros canais musicais, como a VH1, pelo mundo?

Repito: decisão deprimente.

Alguém ainda assiste MTV? E pensar que, há 7, 8 anos, ainda assistíamos o canal para descobrir música nova de qualidade.

Descanse em paz, MTV.
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Ontem foi dia do lançamento do segundo álbum do Banduirá, Seus Gritos e Também os Meus, no Music Station - por sinal, um lugar foda!

Vou começar falando sobre a produção. De arrepiar entrar na casa e ver aquele palco enorme com aqueles banners sensacionais. Altíssimo nível. Sobre a banda, há pouco a falar. O tesão com que os caras tocam é impressionante. É difícil não perceber o quão felizes eles estão de estarem ali tocando e o público é rapidamente contagiado por essa energia.

O show começou com Jogo Pro Alto, com todo mundo já cantando junto. Depois de algumas músicas, a fantástica e arrepiante - talvez a melhor do CD - O Que Vim Buscar, com participação do produtor do disco, Patrick de Jongh, tocando violão. Mais algumas músicas a frente e uma surpresa: Andrei! Foram engraçadas as reações minha e do Monclaro (valeeeeu, brodi!) quando o nome dele foi anunciado, já que não esperávamos que ele fosse estar lá. Ele tocou em Visceral Amor, que encerra o disco, Na Na Na, que teve uma participação muito legal do público, Conflitos, empatada com O Que Vim Buscar no quesito "melhor do disco" e, no bis, em Coma Profundo. Muito legal ver a platéia cantando junto nas duas últimas do show, Qual é o Nome Dela? e, mais uma vez, Jogo Pro Alto. Na verdade, a platéia cantou (e alto) em praticamente o show todo. Mas não adianta apenas escutar o Seus Gritos e Também os Meus; se você não for ao show, não vai saber o que realmente é o Banduirá.

O set:

Jogo Pro Alto
Fábula
Amanhã
O Que Vim Buscar
Qual é o Nome Dela?
Nus
Vou Lembrar
Ela
Visceral Amor
Na Na Na
Conflitos
Ordens e Ritos
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Coma Profundo
Qual é o Nome Dela?
Jogo Pro Alto

Parabéns, galera! O disco novo já chegou mostrando que o futuro de vocês promete!
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Pra completar o post gigante de hoje, cometi mais uma heresia... Adorei o novo CD ao vivo dos Mutantes! A Zélia NÃO é a Rita, mas segurou as pontas muito bem! Dom Quixote, Caminhante Noturno, Virgínia, El Justiciero, Top Top, Balada do Louco... É difícil citar destaques em um disco que ficou tão bom. Pra quem não sabe, o CD, assim como o DVD, foi gravado em julho no Barbican Theatre, em Londres. Ah! Se alguém não souber o que me dar de presente de Natal, estou aceitando o DVD! =)

Aliás, que embalagem FODA a do CD! Arte linda, toda em preto e tons de cinza, fotos em preto e branco no encarte, digipack... Depois posto uma foto aqui pra quem ainda não viu.
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* Ouvindo: Sufjan Stevens - It's Christmas Time!