29.5.07

Jeff Buckley

Hoje completam 10 anos que morreu Jeff Buckley, um dos mais impressionantes cantores e compositores de todos os tempos. É maravilhoso ver a paixão que ele colocava em sua maneira de cantar. Não era apenas sua voz que era única, mas também a sua interpretação.

Sua morte até hoje é rondada de um certo mistério, o que só aumenta a magia em torno de sua pessoa. Na noite de 29 de maio de 1997, Jeff Buckley resolveu ir nadar em um afluente do rio Mississippi e seu corpo só foi encontrado uma semana depois. Até hoje não se sabe se foi um acidente ou suícidio.

Buckley só lançou um álbum de estúdio em vida, o mais do que aclamado - e fora de catálogo no Brasil - Grace, de 1995. Quando morreu, estava preparando seu segundo álbum, My Sweetheart The Drunk - o material dessas gravações acabou sendo lançado em 1998 com o título Sketches For My Sweetheart The Drunk. Além disso, vários álbuns ao vivo foram também lançados após sua morte, acompanhando um CD e um EP ao vivo que ele havia lançado ainda em vida.

Felizmente, seu legado musical não se acabou nas águas do rio. Além da influência que tem até hoje em toda uma nova geração de músicos e compositores, seu trabalho ainda é reverenciado e adorado por todo o mundo. Quem ainda não escutou nada desse cara faça um favor a si mesmo e corra atrás. Ouça Grace, Lover You Should've Come Over, Last Goodbye, Vancouver, So Real, The Sky is a Landfill. Não esqueçam também de sua belíssima versão de Hallelujah, de Leonard Cohen.

Descanse em paz, Jeff Buckley, pois sua voz e suas composições não morrerão nunca.
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* Ouvindo: Wilco - I'm The Man Who Loves You

23.5.07

Através do espelho

É hoje. Passa hoje, nos EUA, o grande final da sensacional terceira temporada de Lost, o episódio 22/23, Through The Looking Glass, com flashback do insuportável Jack. A terceira foi a temporada que fez muita gente abandonar o barco, mas, na minha opinião foi um conjunto de episódios sensacionais. Mesmo os episódios que pareciam mais lúdicos e sem importância acabavam demonstrando sua importância pouco à frente -- com exceção do episódio inútil do Jack na Tailândia. Já viram que gosto muito dele, né?

Tudo bem que os seis primeiros e claustrofóbicos capítulos foram meio decepcionantes, apesar de grandes momentos, como o início do primeiro episódio e a morte do Sr. Eko. O grande gancho do 6º para o 7º episódio foi patético. Rodrigo Santoro só mostrou a que veio em seu momento final. Mas, ao mesmo tempo, personagens fantásticas brilharam, como o grande mentiroso Ben Linus e a enigmática Juliet -- melhor atriz e melhor personagem da série, para mim. Várias respostas nos foram dadas. É incrível ver o tanto de conhecimento que adquirimos sobre a mitologia da série nessa temporada. Ao mesmo tempo, dúvidas ainda maiores foram jogadas.

Depois de hoje, só teremos Lost em fevereiro. É triste. Se o episódio cumprir o que promete, vai ser difícil aguentar esses meses.

E espero que seja melhor que o final da temporada de Heroes. A série vinha sempre melhorando e estava em um ritmo alucinante desde o episódio 19, .07%, que foi o retorno do recesso. Não me entendam mal. Não foi um episódio ruim. Mas não parecia o final da primeira temporada de uma das melhores séries de TV da atualidade. Cadê o fato sensacional que deveria nos deixar ansiosos para a segunda temporada, que começa em setembro? Eu, sinceramente, não vi.
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* Ouvindo: Moptop - 2046

21.5.07

Mais uma segunda-feira...

Promessa de segunda-feira: vou aprender a não guardar só para mim o que estou sentindo.

Prometer isso e escrever aqui -- mesmo sabendo que quase ninguém lê -- já foi um passo gigantesco...
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* Ouvindo: Velhos e Usados - O Carneiro e o Leão

15.5.07

Seletiva Porão do Rock: 14 de maio

Parabéns ao Lafusa e ao Cromonato, as duas bandas classificadas na primeira noite de Seletivas para o Porão do Rock 2007. As duas bandas fizeram muito bonito na noite de segunda-feira no O'Rilley.

O Cromonato, a 6ª banda das 8 a se apresentarem, levou um grande fã-clube ao pub, que cantou junto e alto todas as músicas e se empolgou ao som do pop rock do trio. Aliás, a banda foi uma boa surpresa. Não os conhecia.

Logo em seguida, subiu ao palco o Lafusa, também com uma platéia fiel e muito empolgada que, assim como a platéia do show anterior, cantou junto durante as três músicas. Logo de início, porrada com Fundamental. Em seguida, o grande hit Quando a Gente Quer - favorita da galera - e o single Primeira das Mais Simples, fechando a apresentação.

Infelizmente, não consegui chegar cedo para ver o Superquadra, uma das minhas bandas preferidas da atual cena de Brasília.

Parabéns às duas bandas e que representem muito bem o rock independente da cidade no dia 2 de junho!
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* Ouvindo: The Crimea - Light Brigade

14.5.07

"Sem mudanças bruscas..."

Engraçado. Hoje é segunda-feira. Normalmente é o dia que eu acordo de mau humor. Não aconteceu. E tinha tudo pra ser assim. A sexta à tarde foi muito boa - assisti Mistérios da Carne (Mysterious Skin, 2004), um filme muito pesado e muito bom. Tive um fim-de-semana relaxado, sem nenhuma preocupação. (É. Esqueci do que prometi sexta de manhã.) Pra coroar tudo, uma crise de insônia me fez ir dormir às 3h30 da manhã de hoje para acordar às 7h00. Ótimo, não?

Espero que o resto da semana continue legal.
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* Ouvindo: Superquadra - Saída Sul

11.5.07

Sexta-feira

"Merda nenhuma salva... Eu quero envelhecer..."

Hmmm... Uma semana que foi maravilhosa, com o casamento dos meus pais e várias visitas culminou em uma sexta-feira que não começou bem. Tenho que deixar de ser viciado e parar de ler e-mails antes de sair para o trabalho... Hehehehe.

Bom... Whatever. Não vou deixar isso estragar o fim-de-semana. Vou aproveitá-lo da melhor maneira possível, não esquecendo de também agir pra mudar o que me deixou mal.

Foda que eu fico assim e lembro de amigos que estão cheios de problemas e não deixam isso abatê-los. Tenho que tê-los como exemplos.

É. Vou melhorar. =)
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* Ouvindo: Beto Só - Eu Quero Envelhecer

6.5.07

Buenas!

Sim! Eu ainda vivo! Só ando sem idéias do que postar aqui...

Em compensação, tenho atualizado outras coisas:
» Fotolog: tendo bastantes atualizações!
» Flickr: coloquei algumas fotos muito toscas dos shows que vi sexta na FMI.
» Last.fm: ao invés de postar aqui, tenho colocado lá posts quase totalmente relacionados a música.

É isso! Não esqueçam de mim! Voltarei a postar aqui! =)

Beijos e abraços a quem ainda passa por aqui de vez em quando.
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* Ouvindo: Violins - Lei Seca

8.4.07

Umphrey's McGee

Putz! Acho que é apenas a terceira vez em pouco mais de um ano de Last.fm que a Dave Matthews Band não é minha banda mais escutada da semana! Heheheheh. Não é a toa que já os escutei 2054 vezes, enquanto o segundo colocado, o Pearl Jam, tem um terço disso! :P

Mas já era de se esperar que essa semana Umphrey's McGee ficasse em primeiro lugar... Dia 3 de abril foi lançado o quarto álbum de estúdio do sexteto, The Bottom Half, um disco duplo com sobras da gravação do Safety in Numbers, seu disco de 2006.

É impossivel não ser contagiado pela energia juvenil da banda. Os vocais são bem equilibrados com virtuosos solos de guitarra, bateria marcante e elementos de percussão unidos a um baixo bem cuidado e teclados de bom gosto. As melodias são daquelas que te marcam à primeira audição e o lado pop da coisa ainda traz alguns refrões pra você ficar cantando durante o dia todo.

Além do álbum ter muitas faixas -- 38, somando os dois discos -- o material é de altíssima qualidade. São novas versões de maravilhas como Intentions Clear (uma das 2 versões é ainda melhor que a original, com vários saxofones de Joshua Redman duelando), Liquid (em versão acústica e construída sem nenhum artifício digital), Believe The Lie (em versão voz e violão) e a belíssima Words (com uma versão instrumental e dois trechos da música a capella).

Além disso, estão presentes várias faixas que deveriam ter entrado no Safety e, por motivos que não compreendo, ficaram de fora. Como não gostar de Red Room? E a faixa-título, The Bottom Half? E Higgins?

Viram? Não tinha como não serem os mais escutados da semana! =)

A única falha do disco, na minha opinião, é que por volta de uma dezena das faixas do disco 2 são apenas conversas de estúdio ou vinhetinhas, aparentemente, sem sentido. Dava pra ter colocado mais uma música ou duas no lugar disso... Mas tudo bem. Nada é perfeito.

A linda capa (no início do post) é do artista Storm Thorgerson, o mesmo que fez a (também linda) capa do Safety In Numbers. Além dos trabalhos com o UM, já fez capas para discos do Pink Floyd, Led Zeppelin, Peter Gabriel, The Cranberries, Phish, The Mars Volta, Muse...

Só por curiosidade, as outras duas bandas que já ficaram em primeiro lugar foram o Bloc Party, na semana na qual os descobri, e o Wilco.
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* Ouvindo: The Raconteurs - Intimate Secretary

29.3.07

"Análise"

Pra compensar a empolgação do último post...
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Estou revoltado com a atitude da UnB, Universidade de Brasília. Na madrugada de ontem para hoje, foram queimadas as portas de quartos de estudantes africanos e, pra piorar, os vândalos ainda esvaziaram os extintores do andar para que o fogo não fosse apagado. Por pouco não houve algo de mais sério. Parece que ameaças e mensagens racistas já haviam sido pichadas anteriormente nas paredes dos dormitórios e a Universidade disse que isso deveria ser resolvido amigavelmente para "não manchar a reputação da instituição". Mais manchada do que ficou agora, acho impossível.

Do outro lado, temos a responsável pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção de Igualdade Racial dizendo que é normal o negro não gostar de um branco... Desde quando isso é normal? Quem decidiu que essa mulher era capaz de promover a igualdade racial?

...
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Não bastasse queimar nosso filme aqui dentro, continuamos queimando lá fora. O advogado da senhorita que teve seus seios apalpados pelo Príncipe William, na Inglaterra, agora quer processar o Google por causa das ofensas que sua cliente recebeu.

Primeiro: o que o Google e o orkut têm a ver com a história? Eles, inclusive, disponibilizam uma ferramenta no site para se reclamar sobre esse tipo de mensagens! Se ela não o fez, problema dela.

Segundo: a mulher se expôs -- alguém falou em Cicarelli aí? Vendeu sua foto a um jornal, mandou mensagens para seus amigos se exibindo e dizendo que faturou uma boa grana com isso e agora tá achando ruim que foi criticada?
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* Ouvindo: Thom Yorke - analyse

26.3.07

Béla Fleck & the Flecktones

Victor Wooten, Béla Fleck, Jeff Coffin e FuturemanPutz... Já vai completar uma semana desde o show e nada desse post sair... Resolvi, então, criar vergonha na cara e escrever! =P

Terça passada, dia 20, cheguei em São Paulo sem atraso (!) e fui direto ao hotel tomar um banho, pois o calor estava infernal... De lá, liguei para um amigo que estava já no Auditório Ibirapuera, onde ia ser o show, e corri para lá. Eram mais de 14h30 e ele disse que tinham dado a informação de que a banda iria sair para almoçar às 15h e parariam para falar com os fãs na porta. Esperamos até 16h15, sendo que o show seria às 17h, e desistimos. Béla Fleck
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Primeiro show. Ao entrar no auditório, já a surpresa com o tamanho do lugar. Eu já imaginava que seria bem intimista, por serem apenas 800 lugares, mas não achei que era daquele jeito. Qualquer cadeira era uma boa visão. Eu estava na fileira H, bem do lado direito do palco, e vi tudo perfeitamente. Passados uns 15 minutos da hora marcada, o quarteto subiu ao palco. Não dava ainda para acreditar que eu estava ali vendo Futureman (bateria, sintetizadores e voz), Jeff Coffin (saxofones, flauta e teclado), Béla Fleck (banjo) e Victor Wooten (baixo) a poucos metros de mim. Como já disse Dave Matthews: "the greatest band in the universe". Logo no primeiro show, pra já chocar de cara, Frontiers, Subterfuge (com direito a citação de Come Together), Amber Jack, Throwdown At The Hoedown, Roccoco... Antes de Over The Wall (ou Am Latin), Béla Fleck diz que tudo que eles precisavam naquele momento era um bandolim. Sobe então ao palco o mestre Hamilton de Holanda para se divertir (a palavra é exatamente esta!) com a banda. Para finalizar o show, a fantáJeff Coffinstica Big Country, mais uma vez com a participação do bandolinista brasileiro.

Terminado o primeiro show, hora de se recuperar. Em frente ao auditório, muita gente se juntava para o show das 21h. Foi o momento de um grande encontro de usuários da DMBrasil. Momento de conhecer várias pessoas que eu ainda não conhecia pessoalmente e rever pessoas fantásticas que eu já não via há algum tempo.

21h, o segundo show. Dessa vez, lugar já beeeeem melhor. Fileira C, em uma cadeira quase em frente ao meio do palco. E mais uma vez a banda já entra destruindo, prometendo um set list diferente do primeiro show. Nas próximas duas horas, maravilhas como Sunset Road (emocionante), P'lod In The House, Scratch & Sniff, Lover's Leap, Kaleidoscope e True North. Mais uma vez, o bandolim de Hamilton de Holanda brilhou em Over The Wall e Big Country. Acabada a segunda, quando todos achavam que o show terminaria como terminou o primeiFuturemanro, uma surpresa. The Sinister Minister. Não achava que eu veria essa pérola ao vivo. Na jam final, os irmãos Wooten (Victor Wooten e Futureman) ficam sozinhos no palco, drum and bass, transformado o fusion jazz em quase um progressivo. Victor Wooten brinca com seu baixo, o gira ao redor do corpo, arranca aplausos daquela platéia que, em sua maioria, estava lá para vê-lo.

Ao final de ambos os shows, a banda, em um belíssimo exemplo de humildade e respeito aos fãs, atendeu a todos os que gostariam de trocar algumas palavras, tirar fotos e pedir autógrafos.

No final das contas, dois shows inesquecíveis à bagatela de R$15,00 cada um. Posso dizer que vi quatro dos melhores músicos do mundo se divertindo, fazendo o que sabem melhor. Posso dizer que vi Béla Fleck rindo quando errou seu solo de banjo,Victor Wooten totalmente a sós no palco. Posso dizer que o vi tocando com o nariz. Posso dizer que vi Jeff Coffin - o grande destaque dos shows - tocando dois saxofones ao mesmo tempo. Posso dizer que vi Futureman destruir a bateria (e, literalmente, sua baqueta) com uma mão enquanto, com a outra, tocava sua invenção - o RoyEl, ou synthaxe drumitar. Posso dizer que vi Victor Wooten tocar Amazing Grace dando aula de virtuosismo no baixo. Posso dizer que vi uma banda que veio ao Brasil somente para tocar no país de Hamilton de Holanda. E posso dizer que o Hamilton não fez feio, arrancando aplausos de pé do auditório.

Músicas como Sojourn Of Arjuna, Zona Mona, A Moment So Close, Sleeper, Let Me Be The One, Hoe Down e Stomping Grounds fizeram falta. E daí? Quando eles voltam? Não sei. Não tinha esperanças de que viriam nem ao menos uma vez ao Brasil, então, se voltarem, é lucro. Posso afirmar que lhes foi pedido para voltar e eles disseram que sim.

Créditos das fotos: Rodrigo Simas
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Mais fotos no fórum da DMBrasil. Fotos minhas com os caras da banda no meu Fotolog.
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Muito obrigado a todas as pessoas fantásticas que fizeram desse dia, desde a chegada no Auditório terça-feira até a hora do embarque na quarta, tão foda. Vocês, com certeza, sabem quem são.
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* Ouvindo: Torngat - Fly Stuff

22.3.07

O ministro sinistro (e o Julio enrolado)

Boa tarde!

Sobrevivi à viagem a Sampa sem atrasos nem na ida nem na volta! Os shows de Béla Fleck & the Flecktones? FODAS! Assim que tiver mais tempo, faço um post decente, com as fotos e contando mais.
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Comentem!
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* Ouvindo: Béla Fleck & the Flecktones - The Leaning Tower

19.3.07

10 mais da semana passada

"Por acaso", Kings of Convenience e Nickel Creek ficaram entre as 10 bandas mais ouvidas por mim na semana passada... Hehehehehe! =P Mas, agora que a Nana me contou que toca Kings na Antena 1, acho que já não gosto mais deles! Huahauhauahauahuahaua! =)

1 Dave Matthews Band
76
2 The Arcade Fire
31
3 Kings of Convenience
23
3 The Killers
23
5 Travis
21
6 Móveis coloniais de acaju
20
7 Los Hermanos
19
8 Pearl Jam
18
8 Counting Crows
18
10 Nickel Creek
16
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Boa semana para todos! A minha vai ser ótima, pois terça vou ver os Flecktones!
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E comentem! ;)
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* Ouvindo: Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta - Aquela Dança

18.3.07

Resumão

Puta preguiça de escrever nos últimos dias, então vai aí um resumão da semana.
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Os shows do fim-de-semana passada foram maravilhosos. Watson foi bem melhor do que o último que eu tinha visto... Realmente me surpreenderam. Sobre o Lafusa nem há o que falar. O show está cada dia mais foda e só aumentando a expectativa para o lançamento do novo EP - que deve sair até o fim de março. O Disco Alto, como sempre, foi de emocionar. Alguns contratempos tentaram atrapalhar o show, mas não deu. E o final foi lindo.

O show do Móveis só não foi perfeito por causa do tumulto. Muita gente expremida em um local onde não deveriam caber não traz resultados legais. Mas, depois do começo bagunçado, o resto foi muito bom.
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Conheci essa semana o som dos caras do Kings of Convenience. Sonzinho bom para relaxar, acústico, maravilhoso. Outra banda que conheci, no mesmo estilo, é o Nickel Creek. Violão, bandolim, violino e melodias maravilhosas.
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Wado e Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta na Feira de Música Independente! Ainda não acredito! =)
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Terça, finalmente, é dia de ver Béla Fleck & the Flecktones. Dois shows. Não sei se sobrevivo. Volto quarta.
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Projeto andando... Vamos ver no que vai dar.
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Playlist da semana:
» Arcade Fire - No Cars Go
» Kings of Convenience - Misread
» Nickel Creek - I Should've Known Better
» Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta - Aquela Dança
» Travis - Colder

Quem sabe, em uma próxima oportunidade, explico o porquê dessas 5 músicas terem se destacado. Agora? Preguiça...
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Até o próximo post - que não sei quando é! Hehehehehe. Se veio até aqui, COMENTE!
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* Ouvindo: Dave Matthews Band - Hello Again

8.3.07

Shows do fim-de-semana!

Na sexta, dia 9/3:


Mais informações: http://www.last.fm/event/158809

No sábado, 10:


Mais informações: http://www.last.fm/event/151935
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Vamos valorizar o som produzido aqui na cidade, galera! A única banda aí que não é de Brasília são os paulistas do Rock Rocket. Vale a pena comparecer e conferir a qualidade da música que está sendo produzida por aqui.
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* Ouvindo: Porcupine Tree - Halo

A morte do América...



Steve Rogers
* 1941 † 2007
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* Ouvindo: Wilco - What Light

7.3.07

"Aquela vida se foi..."

Dias fodas... Deixar tudo pra em cima da hora, como eu sempre faço, só podia dar nisso mesmo. Estou para enlouquecer com o Projeto Final -- isso porque nem o comecei ainda. Enviei uma proposta ao professor, na pressão, e agora não sei como (e nem se) vou conseguir implementá-lo. Pelo menos tem umas coisas (muito) boas acontecendo para equilibrar esse peso. Vou morrer. =\
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* Ouvindo: Gram - Vivo de Novo

26.2.07

Palhaçada

É MUITA palhaçada mesmo... R$ 70,00 a meia entrada para o show dos Paralamas na Music Station quinta-feira?!? Isso é preço de show internacional ou desses metidos a besta da MPB, não de banda de rock que faz show 4 vezes por ano em Brasília... Infelizmente (ou não) é um show a menos para ir essa semana.
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* Ouvindo: Dave Matthews & Tim Reynolds - Corn Bread

25.2.07

Nip/Tuck

Nip/Tuck. Meu novo vício.

Só um parêntese: comecei a escrever esse texto enquanto um dos personagens principais, o Dr. McNamara conversava com a cabeça de uma mulher que era sua prova de reabilitação para poder continuar atuando como cirurgião. O cadáver estava lhe dando conselhos sobre sua vida. =P

Nunca imaginei que um seriado sobre dois cirurgiões plásticos me prenderia tanto. A grande verdade é que o seriado se baseia na grande mensagem que nos passa: que devemos ver além do que está na superfície. Ética, amizade, homossexualidade, traição, fé, respeito, confiança, drogas, paternidade, sexo, morte, pedofilia - todos estes são temas recorrentes no seriado.

À primeira vista, é apenas uma série de TV sobre dois grandes amigos, parceiros em uma clínica de cirurgia plástica. Quem nunca assistiu tem a idéia (errônea) de que tem pela frente somente sangue, mulheres, drogas e sexo. Em dez episódios [Quando comecei o texto, estava assistindo o 10º episódio da 1ª temporada, mas, até terminá-lo, já estava no 11º.], é possível aprender muito mais do que se imagina. Aprende-se a valorizar o momento; cuidar de quem se ama; ter fé; prestar atenção em seus sentimentos, não importando quais sejam.

É muito difícil não se envolver com os doutores Sean McNamara e Christian Troy. Há também a esposa traída (e traidora), o filho bastardo e seus difíceis relacionamentos, a filha inocente que nada vê, a anestesista lésbica, a linda psicóloga. Não sendo o bastante, não podemos esquecer de todos os pacientes que passam pela McNamara/Troy (padres pedófilos, swingers, atrizes pornô, psicóticas com múltiplas personalidades, aventureiros, ricaços, meninas cristãs fervorosas, transexuais, senhoras que acham que ainda estão em sua adolescência, suicidas).

Tudo está lá. Você só precisa aprender a aceitar aqulio que você não gosta em você mesmo e assistir à série com a mente aberta.

Nip/Tuck não está sendo atualmente apresentado nos EUA, sendo que a 5ª temporada está prevista para setembro de 2007. No Brasil, é apresentado pela Fox (a 4ª temporada começa em março) e pelo SBT (está mostrando a 1ª temporada).
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Vários shows bons em Brasília essa semana! Quarta tem Dado Villa-Lobos no O'Rilley, quinta tem Paralamas + Banduirá no Music Station e sexta parece que vai ter Bois de Gerião + Paralamas no O'Rilley! Foda, nao? =)
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* Ouvindo: Bloc Party - Vision Of Heaven

19.2.07

Grill PS3!

Será que o Playstation 3 esquenta muito? Comentem! =)


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* Ouvindo: Lafusa - Primeira das Mais Simples

16.2.07

Cansei...

Caramba... Eu realmente acreditava que a Rolling Stone brasileira não se renderia ao hype das "ótimas" bandas brasileiras que estão fazendo sucesso descarado lá fora - sim, estou falando do Cansei de Ser Sexy e do Bonde do Rolê. Duas porcarias - uma ainda faz funk! - que estão se tornando a imagem do país lá fora, dando a entender que essa merda é o que se produz aqui. Tantas bandas boas contemporâneas (algumas um pouco mais antigas e outras um pouco mais novas) a eles agindo por aqui - cito algumas: Mombojó, Cordel do Fogo Encantado, Pública, Lafusa, Supercordas, 3 Steps, Móveis Coloniais de Acaju, Disco Alto, Violins, Ludov - e o que toca lá fora é o lixo. É engraçado que uma coisa é bem semelhante ao nosso país: o que toca lá fora, assim como o que toca aqui, é só a parte ruim da nossa música. =/

E ainda tem gente que reclama da imagem ruim causada pelo filme Turistas...
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Falando em imagem ruim, patética essa chamada da nova novela da Globo, hein?


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E Lost finalmente retomou o pique. O episódio 8 da 3ª temporada, que passou nos EUA quarta-feira passada, é, certamente, o melhor da temporada e, talvez, o melhor da série até agora. Só a personagem central, o brother Desmond (interpretado por Henry Ian Cusick), já justificaria isso. Mas, não bastasse o carisma da personagem e o talento do ator, o episódio nos encheu de dúvidas, voltou com muito do tema sobrenatural que permeava o início da série e trouxe a fantástica Fionula Flannigan - coincidência ou não, ela atuou em Os Outros! =P E que final foi aquele?!?!?

Pena que semana que vem o episódio é sobre o Jack.
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E é hoje, às 19h, o lançamento do novo single do Lafusa! Mais info no post aí debaixo! =)

A música é Primeira das Mais Simples, grande sucesso já nos shows dos caras.
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* Ouvindo: Kassin + 2 - Homem ao Mar