20.8.08

LeRoi Moore : 1961-2008

Foto: Danny Clinch
LeRoi Moore
* 07.09.1961 - † 19.08.2008

Minha sincera e humilde homenagem a esse grande músico:

http://www.dmbrasil.net/page/blogs.asp?cod=81

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* Ouvindo: Dave Matthews Band - Pay For What You Get

17.8.08

DMB no Brasil!

OK. A loucura desses últimos dias realmente merecia uma desenterrada do blog! =P

Sexta-feira foi confirmada a notícia que eu mais esperava nos últimos anos: a Dave Matthews Band vem para o Brasil! Tem show dia 26 de setembro em Manaus, dia 28 em São Paulo e dia 30 no Rio de Janeiro. Nem preciso dizer que vou em São Paulo e no Rio, né? E se as passagens para Manaus não fossem tão caras, era certeza que eu iria também...

O desespero da manhã de ontem quase me fez ter um enfarto, mas sobrevivi. Fui todo feliz comprar os ingressos pro show do Rio e, quando entro no site e escolho pra comprar pra Pista VIP, vejo a palavrinha assustadora: "esgotado"! Como assim?!?!? Depois do choque, me contentei com a Pista normal mesmo... Não ficaria exatamente em frente ao palco, mas tudo bem. Veria a DMB de qualquer jeito. Mas não era pra ser assim. Forças superiores ainda queriam que eu fosse na VIP. Na hora de comprar os ingressos de Pista pelo site, deu erro! Resolvi então comprar pelo telefone. Na hora que digo para a atendente que queria 3 ingressos de Pista, ela pergunta "Pista VIP?". Como que por milagre, tinha ingressos VIP ainda!! Comprei! =)

Agora não quero nem ver como vai ser a compra dos ingressos de Sampa... Estarão à venda a partir de sexta-feira, somente no Morumbi Shopping. Durante a semana penso nisso.

O que interessa é que ainda não caiu a ficha que verei 2 shows da DMB no ano em que eles estão mais empolgados nos shows. E, pra melhorar, ainda com Jeff Coffin (saxofonista do Béla Fleck & the Flecktones), Tim Reynolds (guitarrista motherf*cker) e Rashawn Ross (trompetista). Tentarei sobreviver até o fim de setembro.

Ah! De quebra ainda tem Ben Harper junto em São Paulo! =)

Mais informações sobre os shows:
- DMBrasil
- Eventos no Last.fm: Manaus | São Paulo | Rio de Janeiro
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E em novembro tem Béla Fleck & the Flecktones de novo no Brasil. De onde tiro dinheiro?
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Será que eu devia ter ouvido o Caio e ter ficado em casa ontem?
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* Ouvindo: Damien Rice - Me, My Yoke And I

21.2.08

Banduirá

Tem texto meu no blog do Banduirá! É sobre os ensaios para o show em São Paulo, dia 1 de março. Visitem e comentem! =)
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* Ouvindo: Sigur Rós - Hljómalind

Móveis Convida 8


Móveis Coloniais de Acaju, Pato Fu e Bois de Gerião juntos? Bom demais! =)

Mais informações: www.lastfm.com.br/event/492228
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* Ouvindo: Sigur Rós - Ágætis Byrjun

1.2.08

2007

OK... Resolvi criar vergonha na cara e botar aqui a minha lista dos melhores de 2007... Já estamos em fevereiro e eu ficava só enrolando. Então, aí vai:

10. Nação Zumbi - Fome de Tudo
Tenho que confessar que não sou fã da Nação. Nunca fui. Nunca entendi direito o que tanto falam deles. Mas, resolvi ouvir o Fome de Tudo. E não é que é bom? Melodias bacanas, letras bem escritas, peso na medida certa - um belo equilíbrio entre a parede de percussão e as guitarras.

9. Lafusa - Quadricolôr
O sucesso da banda na cidade - e, agora, começando em alguns outros lugares do Brasil - é facilmente compreendido ao se escutar esse EP. São oito músicas que te fazem passar por todos os estados de espírito possível. Primeira das Mais Simples sempre foi um hit pronto, mas não é a melhor do disco. O baixo poderoso de O Filme e os contrastes em Ato Chuvoso levam essas duas a disputarem essa posição. E que continuem com o bom trabalho!

8. Lasciva Lula - Sublime Mundo Crânio
Infelizmente, conheci a banda já em seu último suspiro. Poucos dias depois de eu receber o disco em casa, vi no Orkut o Lasciva Lula anunciando o fim de suas atividades. O disco é um belo - e o único - registro do som que esses garotos do Rio de Janeiro faziam. As comparações com Los Hermanos são inevitáveis, mas eles vão muito além disso. Ouçam. É sério.

7. !!! - Myth Takes
Uma banda pra qual nunca dei bola. Mas, depois de ouvir o disco e não conseguir ficar parado ao som da banda, tive que incluí-los nos 10 Melhores. Que me desculpe o LCD Soundsystem e seu belíssimo show em Brasília, mas ainda sou mais o !!!.

6. Malc - Audiência Para a Concorrência
Garotos fazendo música de altíssima qualidade. Isso é o Malc. Letras críticas alternam-se com belas canções de amor construídas sobre camas de metais e belos solos e riffs de guitarra que unem o ska, o progressivo e o jazz em uma mistura quase perfeita.

5. Orquestra Imperial - Carnaval Só Ano Que Vem
Ainda bem que a Orquestra se tornou mais do que apenas uma brincadeira e esse CD pôde existir. São alguns dos maiores e mais criativos músicos do Rio de Janeiro fazendo samba de primeira com interferência de outros estilos.

4. Pato Fu - Daqui Pro Futuro
E eles fizeram de novo! Mais uma vez o Pato Fu fez um belíssimo disco de música pop (com até alguns momentos experimentais). E pra que gravadora? Só é uma pena que o acesso ao som da banda é restrito, principalmente por pré-conceitos. Músicas como A Verdade Sobre o Tempo, Nada Original e Vagalume têm tudo para se tornarem clássicos da música brasileira.

3. Radiohead - In Rainbows
Muito se falou sobre a atitude ousada do Radiohead em disponibilizar o disco na Internet para que se pagasse quanto quisesse para baixá-lo, mas quase nada se falou da música em si. O disco conseguiu recuperar muito da fase de guitarras da banda unindo-as às batidas eletrônicas dos últimos álbuns fazendo músicas facilmente digeríveis e, ainda assim, complexas e belas. Só fica a crítica à iniciante gravadora brasileira Flamil, que prometeu o lançamento do disco por aqui junto com o resto do mundo nos primeiros dias de janeiro e, depois de várias mudanças de data, agora diz que o colocará nas lojas no dia 11 deste mês. Eu só acredito quando tiver o meu em mãos.

2. Violins - Tribunal Surdo
O Violins é uma das bandas de trabalho mais respeitável em atuação hoje em dia. Já foram quatro discos com a qualidade das músicas sempre aumentando ou se mantendo. Neste, você se sente acompanhando a um telejornal noturno qualquer. Letras sobre o cotidiano (na maior parte violento) urbano e guitarras sujas fazem uma música diferente de tudo que já se ouviu. E já vem disco novo por aí ainda em fevereiro!

1. Arcade Fire - Neon Bible
Ainda bem que esse CD vazou logo no início do ano e pude apreciá-lo durante os doze meses de 2007. As belas vozes de Win Butler e sua parceira Chassagne cantam sobre a Igreja, a guerra e as pessoas em um clima pesado, soturno, com belíssimos arranjos orquestrais e com instrumentos inusitados, como o hurdy-gurdy, que é como se fosse um violino tocado girando uma manivela. Uma obra de arte.
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Sobre a enquete que propus no Orkut sobre os melhores do ano, tenho que dizer que ela não foi exatamente um sucesso...

Muito obrigado Guedz, Monstro e Arthur pela participação. O In Rainbows, do Radiohead, foi o ponto em comum entre nossas quatro listas, que estão a seguir:

Arthur Coelho
1. Melhores discos de inéditas?
1. !!! - Myth Takes
2. Of Montreal - Hissing Fauna, Are You The Destroyer?
3. Radiohead - In Rainbows
2. Melhor CD ao vivo?
Daft Punk - Alive 2007
3. Melhor show em Brasília?
LCD Soundsystem (Marina Hall)
4. Melhor show fora de Brasília?
Béla Fleck & the Flecktones (São Paulo)

Guilherme Guedes
1. Melhores discos de inéditas?
1. Bloc Party - A Weekend In The City
2. Radiohead - In Rainbows
3. Foo Fighters - Echoes, Silence, Patience & Grace
2. Melhor CD ao vivo?
Arnaldo Antunes - Ao Vivo No Estúdio
3. Melhor show em Brasília?
Moska, Jorge Drexler e Arnaldo Antunes (CCBB)
4. Melhor show fora de Brasília?
Rage Against The Machine (Nova York)

Julio Zart Jr.
1. Melhores discos de inéditas?
1. Arcade Fire - Neon Bible
2. Violins - Tribunal Surdo
3. Radiohead - In Rainbows
2. Melhor CD ao vivo?
Dave Matthews Band - DMB Live Trax vol. 8
3. Melhor show em Brasília?
Cordel do Fogo Encantado (Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade)
4. Melhor show fora de Brasília?
Béla Fleck & the Flecktones (São Paulo)

Rafael "Monstro" Melo
1. Melhores discos de inéditas?
1. LCD Soundsystem - Sound Of Silver
2. Radiohead - In Rainbows
3. Arcade Fire - Neon Bible
2. Melhor CD ao vivo?
-
3. Melhor show em Brasília?
Beto Só (Senhor Festival)
4. Melhor show fora de Brasília?
Datarock (Festival Planeta Terra)
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E tinha mais alguma coisa que eu queria escrever, mas o post foi tão demorado que esqueci! =P
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* Ouvindo: Velhos e Usados - Jeans

13.12.07

Último Quarta SupernoVa do ano...

A noite da última quarta-feira, dia 12, marcou o retorno aos palcos de uma das melhores bandas da cena brasiliense atual: o Disco Alto. Entretanto, não é mais como era antigamente. A banda propriamente dita está sem dois de seus integrantes originais, Oops e Rinaldo; mas eles, mesmo fora do Disco Alto, estavam lá ontem. Foi também a estréia da nova banda de Rafael Oops, a Conhaque Supernova - que teve a participação de Rinaldo. No fim das contas, os cinco do Disco Alto que eu tanto gostava tocaram no mesmo palco ontem. Infelizmente, não estavam todos juntos.

Primeiro sobre a Conhaque Supernova. Era claramente perceptível que aquela era a primeira apresentação do trio (ontem, um quarteto). Vários erros apareceram, muitos devido a problemas no som da casa que não tinha retorno bom para os músicos. No entanto, pudemos ver que há um grande futuro para o grupo. As belas melodias e a voz de Oops agora vêm acompanhadas das batidas eletrônicas de Rodrigo Alves e dos sintetizadores de Marcelo Rosa. Me veio à mente (já desde quando os vi na trilha de Sapatos Sonhados) o trabalho solo de Thom Yorke. E foi lindo poder ouvir Aeroporto - que o Disco Alto tocava - mais uma vez.

Logo depois, o Disco Alto. O quinteto agora é composto por Rafael Monstro (guitarra e vocais), Rodrigo Jesus (baixo e vocais), Paulo Renato (bateria), Bruno Sres (guitarra) e Flávio Pookie (voz e guitarra). Foi a estréia dessa nova formação, a primeira vez de Bruno e Flávio no palco com a Disco Alto. Já no início, uma certa estranheza quanto à voz de Flávio, bem diferente da voz de Rafael Oops, o que ficou ainda mais marcante nas músicas que este já tinha cantado com a banda, como Silêncio nº 3 e Segundo Conforto. As músicas novas são fantásticas, com destaque para Antigo Testamento Pt. 2 e Quinta, que fechou o show. Dia 10 tem outro show e poderemos conferir se funcionaram mesmo ou não essas mudanças na banda. Apesar de tudo, a música continua tão poderosa e emocionante quanto sempre foi. Os momentos delicados diminuíram, mas as paredes sonoras dos momentos mais pesados continuam lá.

Juro que tentei ser totalmente imparcial, mas isso é muito difícil quando se fala de amigos cujo trabalho admiro muito. Boa sorte a todos nessas novas fases. Acredito que teremos algo muito melhor ainda pela frente.

E que venham mais Quartas SupernoVa em 2008!

P.S.: Reclamei da voz do Flávio, mas tenho que dizer que aquela pedaleira dele e os efeitos que ele tira daquela guitarra são sensacionais. E espero que o Meu Amigo Tigre faça mais shows!
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* Ouvindo: Sigur Rós - Sé Lest

13.11.07

Blog do Banduirá

Post novo no blog do Banduirá! É sobre o show de terça-feira passada no O'Rilley. Cliquem aqui para ver.
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* Ouvindo: Poléxia - Melhor Assim

10.11.07

A roqueira entende de samba!

Tuka Villa-Lobos teve a oportunidade de mostrar novamente que não é só o rock que é sua praia. Tuka fez mais uma vez seu show em homenagem ao grande Adoniran Barbosa e quem esteve no Rayuela na última quinta teve a oportunidade de ver grandes sucessos do compositor sendo interpretados de maneira única.

Com sua grande voz e acompanhada de uma banda totalmente feminina, a cantora mostrou clássicos como Trem das Onze, Tiro ao Álvaro e uma interpretação de Iracema de arrancar lágrimas até dos mais insensíveis.

A banda que a acompanhou foi Claudia Coutinho (cavaquinho), Cristiane Chinchilla (percussão), Kátia Monteiro (violão de 7 cordas e bandolim) e sua filha Zizi Villa-Lobos (vocais).

A empolgação do público foi uma grande prova de que essa homenagem precisa ser repetida logo! Quando o show acabou, Tuka teve que atender aos pedidos da platéia e repetir três músicas.

Você pode ver vídeos de Samba Italiano e Tiro ao Álvaro na página de Tuka Villa-Lobos no YouTube.

Set list completo:

Samba do Arnesto
As Mariposas
Prova de Carinho
Morro da Casa Verde
Tiro ao Álvaro
Iracema
Casamento do Moacir
Torresmo à Milanesa
Trem das Onze
Tocar na Banda
Samba Italiano
Saudosa Maloca
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Samba do Arnesto
Trem das Onze
Tiro ao Álvaro
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* Ouvindo: Malc - Audiência Para a Concorrência

7.11.07

De novo no blog do Banduirá!

E meu segundo texto no blog do Banduirá já está no ar! Clique aqui para ir direto a ele.

Em breve o texto sobre o showzão de ontem no O'Reilly!
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* Ouvindo: Sigur Rós - Viðrar Vel Til Loftárasa

6.11.07

Reconhecimento! =)

Postaram ontem, dia 5, no site oficial da Dave Matthews Band uma nota parabenizando a DMBrasil pelo seu 7o. aniversário.

É sensacional ver o apoio e o reconhecimento dados pela banda e pela sua equipe ao site do qual faço parte. Três anos atrás, o próprio Dave Matthews já havia mencionado a DMBrasil em um show, dedicando When the World Ends aos membros do site que se encontravam no show.

Parabéns ao Rodrigo Simas pela paciência e vontade de trazer isso aos fãs brasileiros e parabéns a todos que participam ou já participaram da equipe! É um orgulho muito grande saber que sou parte disso.

E fica no ar a esperança de que a promessa de voltarem ao Brasil seja cumprida em breve.
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* Ouvindo: Foo Fighters - Breakout

Boiada no Rayuela - 05.11.2007

O Bois de Gerião tem uma importância muito grande pra mim, pois foi uma das bandas que me abriu os olhos à música de Brasília e me fez ver que tinha muitas coisas boas sendo feitas aqui mesmo na cidade, era só procurar.

Foi em 2000, se não me engano, no primeiro Brasília Fest Rock. Lembro que assisti ao show e fiquei impressionado de como era bom aquilo. Lá mesmo comprei o primeiro disco da banda e peguei autógrafos com alguns integrantes.

Continuar vendo o Bois ao vivo depois de 7 anos e vendo o reconhecimento que a banda tem hoje é fenomenal. Mas é muito ruim uma banda tão boa ficar tanto tempo afastada dos palcos... Devido a vários fatores (paternidades e novos integrantes, entre eles), a banda tem tocado pouco e esse show no Rayuela serviu bem para matar a saudade.

Foi um show bem intimista. O local pequeno, em um subterrâneo, dava ares de um ensaio do sexteto. Talvez isso tenha feito alguns erros aparecerem durante o show, mas é normal. O que vale é que as músicas estavam lá, ótimas como sempre, e deixando a platéia com vontade de levantar das cadeiras e pular!

O cover quase absurdo de Airbag, do Radiohead abriu o show em clima de passagem de som. Em seguida, grandes sucessos e mais alguns covers, com direito a bis de Virgínia, dos Mutantes, como homenagem à Dona Virgínia, avó do vocalista Rafael Farret, que estava na platéia.

E, mais uma vez, parabéns à Daniela Firme e ao Rayuela pelo belíssimo projeto Brasília Independente, que tem levado artistas de Brasília ao bistrô todas as segundas-feiras!

Set list completo:

Airbag
A Bala
Nunca Mais Monotonia
O Dia Mais Frio da Década
Virgínia
Crista da Onda
Interestelar
Every Breath You Take
Café Descafeinado
Garota Fivelinha Clubber
Mala Vida
Cocota
Já é Tarde
Dia de Sábado
Duques
No One Knows
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Virgínia
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* Ouvindo: 3 Steps - Ter Motivos Pra Te Dizer

16.10.07

...Canções de amor

Meu primeiro post no blog do Banduirá está no ar. É sobre o show da banda no último sábado, dia 13, na Nix.

Para ler, é só ir no blog dos caras. É o terceiro post no dia 16 de outubro.
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Pra quem não conhece e não entendeu, o título do post anterior junto com o desse post são uma referência ao álbum e à canção dos Engenheiros do Hawaii que têm esse título, Filmes de Guerra, Canções de Amor.
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* Ouvindo: Radiohead - Backdrifts. (Honeymoon Is Over.)

13.10.07

Filmes de guerra...

E, finalmente, assisti ontem o filme mais falado do ano. E não é que Tropa de Elite é bom? Atuações boas, roteiro bem amarradinho, bastante ação. O realismo é impressionante - e choca - e nem o "núcleo Malhação" do filme o estraga, pois têm sua importância na história.

Tenho que confessar que só fui ver o filme por causa do falatório e saí da sala de cinema - uma sessão à 0h10 de sexta para sábado lotada - bem surpreso!
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* Ouvindo: Moska - A Idade do Céu

11.10.07

Supernova

Ontem foi dia de ajudar meu amigo Guedz, batera do Lafusa, na discotecagem no UK Brasil. Era um dos shows do projeto quarta supernoVa, que tá trazendo, toda quarta-feira, duas bandas independentes para tocarem no pub.

As duas de ontem foram boas surpresas, pois não conhecia o trabalho de nenhuma das duas: Brown-Há e The Pro. Na próxima quarta, 17, tem Perfecto e Rainha Vermelha. Dia 24 tem Sanz e Malc e dia 31 tem Quiçá e Meu Amigo Tigre.

Vale a pena ir lá e apoiar as novas bandas de Brasília.

Nem preciso dizer que, modéstia a parte, nossa seleção de músicas foi de altíssimo nível, né? =P Pearl Jam, Bloc Party, The Killers, Arcade Fire, The Cure, Led Zeppelin, Dave Matthews, Pete Yorn, Death Cab For Cutie, Robert Randolph & the Family Band, Placebo, Blues Traveler, Foo Fighters, Radiohead (Música nova! 15 Step!), Muse, Björk... =)

Mais tarde posto foto(s) de ontem.

E ainda falando em projetos que apóiam a música independente e autoral em Brasília, também temos o Brasília Independente, do Rayuela. Na próxima segunda-feira, dia 15, quem se apresenta por lá é o Banduirá.
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Sobre o Radiohead, citado acima, tenho que dizer que o álbum novo é muito bom. O Hail To The Thief já apresentava a banda se "acalmando" um pouco depois da dobradinha Kid A/Amnesiac, mas o In Rainbows veio pra mostrar que os caras ainda sabem fazer canções com uma certa veia pop aliada ao experimentalismo. Mas devo confessar que podia ter só uma pitada a mais de maluquices...

Pra quem não sabe, a própria banda lançou o CD na Internet na última quarta-feira. Você podia pagar, literalmente, o valor que quisesse para baixá-los - até mesmo pagar £ 0,00! Em dezembro eles lançam uma edição com o CD e vinil duplos - com músicas extras - e um livreto e, no ano que vem, colocam o álbum nas lojas.
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O primeiro post do meu irmão no blog do Banduirá já está lá. Em breve posto o meu primeiro, também.
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* Ouvindo: Engenheiros do Hawaii - Pose (Anos 90)

9.10.07

Banduirá!

Iae, galera!

A partir de hoje, vou começar a escrever para o blog dos amigos do Banduirá, uma das grandes bandas da atualidade em Brasília. Prometo tentar continuar escrevendo aqui também! :P

www.banduira.com.br

Fotos do meu irmão por lá também! Quem quiser ver mais, pode ir no Flickr dele:

www.flickr.com/rafazart
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* Ouvindo: Lenine - Escrúpulo

13.8.07

Mike Wieringo

O post de hoje era pra ser sobre o belíssimo show da Orquestra Imperial no sábado, mas resolvi primeiro fazer uma homenagem a um dos meus desenhistas de quadrinhos preferidos. O desenhista americano Mike Wieringo morreu ontem aos 44 anos de um ataque do coração. Ficou famoso por fases muito elogiadas desenhando personagens do nível do Flash, Quarteto Fantástico e Homem-Aranha. Os seus desenhos desse último na revista Friendly Neighborhood Spider-Man vêm sendo publicados atualmente no Brasil na revista Homem-Aranha.

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* Ouvindo: U2 - Mofo

4.8.07

Guerra Civil - mês 1



Já era de se esperar que isso um dia iria acontecer. Por que as autoridades permitiram por tanto tempo que pessoas mascaradas combatessem o crime e causassem tantos danos quanto os super-heróis sempre causaram? Heróis como o Capitão América, Homem de Ferro, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico e os X-Men sempre deixaram rastros de destruição e civis feridos enquanto ajudavam a salvar uma cidade, o mundo ou todo o universo.

Depois de vários incidentes recentes, o governo americano finalmente resolveu criar uma Lei de Registro de Super-Humanos. O objetivo desta é registrar todos os mascarados, com super-poderes ou não, e treiná-los devidamente no uso de suas habilidades para poderem agir com mais responsabilidade. Mas será que isso realmente seria uma coisa boa? Caso essas informações caiam em mãos erradas, quem vai proteger as famílias desses heróis? Por outro lado, por que policiais, bombeiros e juízes podem ter suas identidades publicamente conhecidas? Suas famílias não estariam igualmente ameaçadas?

Essa é a premissa da Guerra Civil, evento que se iniciou no mês de julho nas revistas Marvel Comics publicadas aqui no Brasil pela editora Panini. A Guerra se extenderá até o mês de fevereiro em uma minissérie mensal em sete partes e repercussões em quase todas as revistas mensais da editora.

Neste primeiro mês, além da minissérie principal, as conseqüências foram sentidas em três das revistas de linha: Homem-Aranha, Avante Vingadores e Wolverine. Até o momento, não ocorre muito mais do que uma guerra fria. As batalhas físicas ainda estão por vir.
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Civil War 1

Publicada no Brasil em Guerra Civil 1.
Escrita por Mark Millar e desenhada por Steve McNiven. Capa por Steve McNiven.

Essa primeira edição traz o evento que se tornou o estopim para a aprovação da Lei de Registro de Super-Humanos. Em uma atitude irresponsável, à procura de audiência televisiva, os Novos Guerreiros - Speedball, Namorita, Micróbio e Radical - tentam derrotar um grupo de poderosos supervilões fugitivos e acabam causando a destruição de uma escola infantil em Stamford, no estado do Connecticut, resultando em 600 baixas - a maioria crianças.

A opinião pública, após o acidente, começa a pressionar as autoridades competentes a aprovarem a Lei de Registro. Alguns super-heróis como o Homem de Ferro e o Tocha Humana começam a sofrer retaliações na rua por serem vigilantes superpoderosos.

Vários heróis se reúnem para decidir o apoio à Lei e percebe-se que dois lados com opiniões opostas quanto ao registro começam a se formar. De um lado está o Capitão América, que foge de um porta-aviões da SHIELD após ser ameaçado de prisão por se opor à Lei. No outro, o Homem de Ferro, declarado apoiador do projeto.

Inicia-se a guerra.
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She-Hulk 8

Publicada no Brasil em Avante Vingadores 7.
Escrita por Dan Slott e desenhada por Paul Smith. Capa por Greg Horn.

A Mulher-Hulk começa a sentir a pressão causada pela briga ideológica pela aprovação da Lei de Registro de Super-Humanos. Ela é procurada por dois ex-Novos Guerreiros (Rage e Justiça) e juntos descobrem quem está publicando na Internet as identidades de todos os que já foram da equipe, os causando vários problemas. A grande advogada verde descute com o Homem de Ferro e dá a entender que não apóia o registro. No entanto, um presente do vingador a faz repensar suas opiniões.
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Wolverine 42

Publicada no Brasil em Wolverine 32.
Escrita por Marc Guggenheim e desenhada por Humberto Ramos. Capa por Humberto Ramos.

O baixinho resolve agir por conta própria após o incidente com os Novos Guerreiros e Nitro, o causador da explosão que deixou tantos mortos e feridos em Stamford. Quando vê que seus colegas X-Men e Vingadores estão mais preocupados em formar opiniões quanto à Lei de Registro e após ser ofendido na rua por ter superpoderes, Wolverine resolve ir ele mesmo atrás de Nitro. Sem nenhum apoio, ele volta a Stamford para encontrar o rastro do vilão e partir atrás de vingança - sua primeira desde que se tornou integrante dos Vingadores.
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The Amazing Spider-Man 532

Publicada no Brasil em Homem-Aranha 67.
Escrita por J. Michael Straczynski e desenhada por Ron Garney. Capa por Ron Garney.

Desde que ganhou de Tony Stark, o Homem de Ferro, um novo uniforme, o Homem-Aranha declarou seu apoio a este no que acontecesse. O incidente de Stamford finalmente coloca esse apoio à prova. Tony Stark insiste que o aracnídeo demonstre que é a favor da Lei de Registro revelando publicamente sua identidade de Peter Parker.

Surge a dúvida quanto à segurança de sua tia e esposa. Peter recorre às duas para que o ajudem nessa decisão e elas o aconselham a aceitar a proposta de Stark e se revelar.
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Em agosto, a guerra continua.

Até o momento, sou anti-registro. Estou com o Capitão América. Apesar da tia May e Mary Jane terem feito parecer que o Homem-Aranha revelar sua identidade publicamente era uma coisa boa, ainda acho que os danos a serem causados por uma atitude dessas são maiores. Na minha opinião, as duas só agiram assim por respeito e gratidão a Tony Stark, já que as duas estão morando junto com o resto dos Vingadores na Torre Stark. Concordo que quem quiser revelar sua identidade civil o faça, assim como o Quarteto Fantástico, que nunca se escondeu. Mas a obrigatoriedade desse ato fere a privacidade do indivíduo.
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* Ouvindo: The Shins - Sleeping Lessons

9.7.07

Pra nunca mais

Que ano bom, hein?

Tudo começou com o "recesso por tempo indeterminado" do Los Hermanos. Uma das bandas mais respeitadas do Brasil simplesmente anuncia que quer dar um tempo. Tudo bem... Foi uma decisão muito digna! Saíram enquanto estavam por cima, com uma carreira quase perfeita. Eles dizem que, um dia, voltam. Esperamos que sim. Esse tempo separados pode fazer muito bem aos barbudos, não? Nenhum deles vai ficar parado. Todos estão vivendo, absorvendo novas influências para poderem descarregar em um próximo trabalho juntos. E que venha mais um ótimo disco!

Há alguns dias, mais uma notícia ruim. Depois de cancelar um show em um festival no Rio de Janeiro, o Som da Rua anuncia que estão tomando a mesma decisão de seus conterrâneos dos Hermanos. A banda já havia sofrido um choque grande na virada de 2005 para 2006 com a morte do jovem vocalista Liô Mariz em um acidente de carro. Seguiram com a banda e arranjaram um novo homem para o posto. Chegaram a anunciar o início das gravações do sucessor do belíssimo álbum de estréia, Músicas Para Violão e Guitarra, mas não deu. As divergências musicais e ideológicas foram mais fortes.

No fim da semana passada, houve o pior dos casos. Morreu Rafael Torres, conhecido como O Rafa, flautista do Mombojó. A banda ainda não se pronunciou oficialmente, mas, aparentemente, o trabalho continuará. Felizmente.

Hoje, se já não fossem bastantes essas outras notícias terríveis, mais um fim foi anunciado. Acabou-se o Gram. Depois de problemas com produtores, shows vazios e a saída de um guitarrista, a banda ainda lutou. Tentaram se manter com os trabalhos de estúdio e chegaram a anunciar que tinham seis músicas prontas. Mas, no final, não foi mais lindo. O Gram também encerrou suas atividades. Três dos quatro integrantes remanescentes anunciaram que já têm um trabalho novo à vista. Será uma boa notícia para os fãs? E cadê essas músicas que estavam prontas? As ouviremos algum dia? Tomara que sim.

Ainda bem que ainda não há necessidade de desespero. Bandas novas surgem a todo momento com som de qualidade. Bandas mais antigas e extremamente dignas continuam atuando. Vida longa a quem continua na estrada e que o som dessas bandas que acabaram e músicos que nos abandonaram continue sempre tocando por aí.
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* Ouvindo: Feist - One Evening

11.6.07

Ludov - Disco Paralelo

Nas pequenas coisas estava o brilho do álbum anterior do Ludov (O Exercício das Pequenas Coisas, de 2005). Barulhos eletrônicos, sintetizadores, antigos teclados analógicos, vários pequenos detalhes permeavam as 14 canções do álbum (que ainda tinha uma faixa-bônus, o hit Princesa). Entretanto, não é o que se vê nesse Disco Paralelo, segundo disco cheio do quarteto, ex-quinteto, que será lançado essa semana. O disco é mais cru, praticamente só são ouvidos guitarra, baixo, bateria e voz. Um mellotron chama atenção na segunda faixa, piano em Delírio (a faixa mais experimental e única cantada pelo guitarrista Mauro Motoki), uma flauta lá pela metade do disco. As pequenas coisas do álbum se resumem basicamente a isso. Mas o Ludov realmente não precisa delas. Elas eram apenas um enfeite. O Ludov brilha sozinho nessas 11 faixas novas. As belas melodias, mudanças de clima e a doce voz de Vanessa Krongold estão lá. Talvez irão se decepcionar os que queriam mais músicas com momentos mais barulhentos, mas eles também serão absorvidos pela beleza do som dessas canções e logo se esquecerão dessa falta que sentiam. Além do mais, o EP Dois a Rodar e o primeiro disco continuam aí para os que quiserem experimentar o Ludov mais roqueiro. Nesse álbum, estes ainda poderão ouvir Sobrenatural e Refúgio e tentarem se saciar. Para os que só querem uma banda criativa e se renovando, sejam muito bem-vindos ao Disco Paralelo.
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* Ouvindo: Ludov - Refúgio

29.5.07

Jeff Buckley

Hoje completam 10 anos que morreu Jeff Buckley, um dos mais impressionantes cantores e compositores de todos os tempos. É maravilhoso ver a paixão que ele colocava em sua maneira de cantar. Não era apenas sua voz que era única, mas também a sua interpretação.

Sua morte até hoje é rondada de um certo mistério, o que só aumenta a magia em torno de sua pessoa. Na noite de 29 de maio de 1997, Jeff Buckley resolveu ir nadar em um afluente do rio Mississippi e seu corpo só foi encontrado uma semana depois. Até hoje não se sabe se foi um acidente ou suícidio.

Buckley só lançou um álbum de estúdio em vida, o mais do que aclamado - e fora de catálogo no Brasil - Grace, de 1995. Quando morreu, estava preparando seu segundo álbum, My Sweetheart The Drunk - o material dessas gravações acabou sendo lançado em 1998 com o título Sketches For My Sweetheart The Drunk. Além disso, vários álbuns ao vivo foram também lançados após sua morte, acompanhando um CD e um EP ao vivo que ele havia lançado ainda em vida.

Felizmente, seu legado musical não se acabou nas águas do rio. Além da influência que tem até hoje em toda uma nova geração de músicos e compositores, seu trabalho ainda é reverenciado e adorado por todo o mundo. Quem ainda não escutou nada desse cara faça um favor a si mesmo e corra atrás. Ouça Grace, Lover You Should've Come Over, Last Goodbye, Vancouver, So Real, The Sky is a Landfill. Não esqueçam também de sua belíssima versão de Hallelujah, de Leonard Cohen.

Descanse em paz, Jeff Buckley, pois sua voz e suas composições não morrerão nunca.
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* Ouvindo: Wilco - I'm The Man Who Loves You